quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Presente ...Poesia da querida Poeta Virgínia F. além mar


amigo meu querido amigo...amigo é janela de frente para o mar


Ser-estar presente

é o melhor presentear

como acalentar amor - amizade

entre os flocos do luar

como calçar os velhos sapatos da inocência...

é horizonte que nos convida a navegar

virgínia além mar



Penso noventa e nove vezes e nada descubro; deixo de pensar, mergulho em profundo silêncio e eis que a verdade se me revela." Albert Einstein

para ler mais um pouco dessa Poetinha Jardineira é só clicar aqui

*Poesia da querida Poeta Virgínia F. além mar

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

VALOR


ALBERT EISTEIN -

...Não tentes ser bem sucedido, tenta antes ser um homem de valor...


...Quando não há nada de especial para ocupar meus pensamentos, gosto de reconstruir teoremas de física e matemática que já são de meu conhecimento. Não há qualquer propósito nisso, senão o da mera gratificação de ocupar meu cérebro raciocinando.




...Se não fosse físico, acho que seria músico. Eu penso em termos de músicas. Vejo minha vida em termos de música.


...somente há dois infinitos: o universo e a estupidez; e não estou seguro do primeiro... esta última citada por Leonardo Boff in artigo 30 11 09




imagem - wikipédia

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

El Abrazo Partido



EL Abrazo partido 2004

sábado, 14 de novembro de 2009

Dia Mundial da Filosofia - 15 de Nov. 19-11 UFRJ RJ

Dia Mundial da Filosofia na UFRJ - 2009


A Casa da Ciência da Universidade Federal do Rio de Janeiro será o palco da segunda edição do encontro Dia Mundial da Filosofia no Brasil, evento em comemoração à data criada pela UNESCO, em 2002. ...



Mais do que um dia de evento, o projeto pretende ser um colaborador para com iniciativas consonantes, uma antena para a Filosofia do mundo e um canal aberto entre a Filosofia e todos aqueles que buscam nela o conhecimento para a vida.

De forma a alinhar o projeto às perspectivas da UNESCO, a equipe do Dia Mundial da Filosofia no Brasil tem o prazer de convidar a todos para esse dia de reflexão e debate acerca do saber contemporâneo e de como ele pode ser implementado em favor da vida e da liberdade de pensamento.

domingo, 8 de novembro de 2009

EMBRIAGUEZ TOTAL

Embriaguez Total
Eliana f.v. - Li Andorinha

Ampara o corpo exausto
Agregando na alma
A energia semeada
Em pegadas na areia

No brincar do amor com o sereno
Interliga sintonias mágicas
Recolhe estilhaços do aroma noturno

Deixa minha sensação arrepiada...
Como lambida pelo mar

Veste-me do canto da alvorada...
Afagado pelo luar

Nesse deslumbre inexplicável
Com minha alegria alvoroçada
Quem me toma é a embriaguez

Despertando a inspiração...
Exigindo-me até de madrugada!
**//**

*Alegria e Gentileza
independente dos atropelos
dão energia ao sorriso...
do Amor Universal*
Eliana f.v. - Li Andorinha


terça-feira, 3 de novembro de 2009

O Poder do ponto de vista humano - divulgando e desabafando


Quanto mais alienada a juventude maior facilidade às quadrilhas engravatadas também, continuarem agindo ... Desinformação, falta de instrução, de lideranças comprometidas em mudança de raiz dá nisso .. O Poder corrompe e a traição é inevitável (? ). A caminhada evolutiva mostra o quanto as questões subjetivas estão envolvidas nos problemas objetivos.

Se não assistiram indico : Ives Gandra da Silva Martins fala sobre novo livro. "Uma Breve Teoria do Poder" analisa a busca pelo poder do ponto de vista da natureza humana. no link a entrevista no Programa do Jô exibido dia 27/10/09 ( logo abaixo )

Estou muito a fim de comprar o livro, vou buscar na Feira que acontece em Poá até 15 deste mes .
Decidi postar o vídeo após ter lido na Isto é independente - Corrupção nanica, estrago gigante-http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2086/artigo155173-1.htm
e ter recebido um chamado para uma manifestação pública em repúdio ao descaso das autoridades e sistema de saúde à epidemia do crack..
Não há fatos isolados tudo está relacionado, corrupção drogas, luta pelo poder , manipulações...Buscar a paz implica em conhecer um pouco mais sobre a natureza humana e tentar melhorar a si mesmo, arregaçar as mangas ,




escrevendo, marchando, cantando, enviando @, divulgando o que se acha interessante.... Tenho feito o que posso, sem culpa mas por impulso ou por instinto de sobrevivência mesmo... Confesso ;ando bem cansada, e enojada mas resta um alento e vontade de lutar na esperança que cada um tenha real interesse por sua vida e o comprometimento com o todo, que não nos sintamos demasiadamente impotentes ao ponto de calar . Creio que cegueiras e anestesias já não nos servem assim como os governantes que não o fazem ...
e buscar a paz implica em conhecer um pouco mais sobre a natureza humana e tentar melhorar a si mesmo, arregaçar as mangas , escrevendo, marchando, cantando, enviando @, divulgando o que se acha interessante...




Tenho feito o que posso, sem culpa mas por impulso ou por instinto de sobrevivência mesmo... Confesso ;ando bem cansada, e enojada mas resta um alento e vontade de lutar na esperança que cada um tenha real interesse por sua vida e o comprometimento com o todo, que não nos sintamos demasiadamente impotentes ao ponto de calar . Creio que cegueiras e anestesias já não nos servem assim como os governantes que não o fazem ...

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Convite Exposição Internacional museuimagensdoinconsciente

Convite Exposição Internacional museuimagensdoinconsciente
JÁ PASSEI POR LÁ FANTÁTICAS OBRAS
CLIQUE NO TÍTULO,

Finados - Maria Lindgren




A água entrava pela minha varanda a ponto de me fazer usar rodo e pano de chão, coisa que perdi o treino de usar. Mais uma das chuvaradas de verão em plena primavera, daquelas que dão vontade de se ficar deitada, lendo um bom texto, pensando, cochilando de quando em vez. Sem trovoada, os passarinhos se encolheram um pouco, com esperanças de voltarem a desafiar o trânsito barulhento logo, logo. As flores aqui e ali tremelicavam e se mantinham nas hastes, não importa a fragilidade de seus sustentos. A flor cor de vinho que se fecha à noite ensaiou seu ritual em pleno dia, deixando-me meio temerosa de seu destino. O fícus, as palmeiras e o único pé de orquídea não deram a mínima: sabiam que chuva sem enchente não mata ninguém, muito menos vegetação.
Era véspera de Finados, Dia de Todos os Santos, em que sempre imagino a trabalheira dos santos para receberem as homenagens e os pedidos, em festa gigantesca, se a gente pensar na inclusão dos beatos.
Em terra de feriadões, eu não me havia tocado de que Finados estava logo ali, com seu cortejo de memórias dos que perdemos ao longo da vida. Incoerência feriadão neste dia, me parece, mas não à maioria carioca, que quer ir à praia e beber vários chopinhos.
Durante três dias, a televisão, sem se importar com a data, anunciava que seria um feriadão de sol total, tempo raro nesta primavera da cidade do Rio de Janeiro e de muitas outras regiões do país.
_ Que nada!, exclamou o sábio porteiro. Vai é chover, isso, sim. Se fizer sol, ele logo se esconde, a senhora vai ver.
Pela primeira vez fã do horário de verão que alonga o dia, decido ir ao cemitério niteroiense na véspera de Finados, como fazia minha mãe, para evitar a confusão do Dia, às vezes, para nossa chateação de quase adolescentes, pois gostávamos da “farra” de muita gente e até paquerávamos.
“Chova ou faça sol, vou de táxi, por via das dúvidas”.
Proclamei aos quatro ventos – meu marido, meus dois filhos e minha empregada - que ia ao cemitério.
- Não me procurem. Vou dedicar o Dia primeiro à Missa de Todos os Santos. Recebo pingos de água benta na igreja e me mando pra Niterói, logo a seguir, santificada duas vezes.
No aprazado dia 1 de novembro, a maior chuva. Meu filho aflito ao telefone:
- Mãe, você tem coragem de atravessar a Ponte com este tempo?
- Claro. Não vou me atrapalhar por causa de chuva. Pode ser até que a Ponte esteja menos entupida, como acontece nos feriados. Tenho capa, guarda-chuva e minhas pernas dão pro gasto. Não é à-toa que faço minha hidro quatro vezes por semana.
Às duas horas em ponto, o motorista competente me aguarda. Pego o carro direto na educada portaria de meu prédio, feita para embarque e desembarque à porta, sem respingos nem buzinas. Está um dia quente e o ar condicionado médio me faz colocar a capa às costas. Sinto uma ameaça de tristeza, mas o papo com o motorista a minimiza.
- O cemitério que a senhora vai é aquele pequeno, do Barreto? Acho muito melhor do que o maior, mais bem tratadinho. Aliás, gosto mesmo é de gramado com a lápide à moda americana. Com chuva, então, fica uma beleza, bem verdinha. Não sei porque aqui é tão caro e tão longe. Acho que é falta de espaço, né mesmo?
A ponte me faz lembrar da primeira vez em que vi, emocionada, a barca de Niterói e os navios como de brinquedo, lá-á-á em baixo.
- Bela obra! Pena que tenha morrido gente na construção.
- É mesmo?, Não sabia disso.
Claro, gente jovem não sabe tantas histórias boas ou ruins como nós. Estou a ponto de lhe mandar abrir o Google e ler o histórico da Ponte Rio-Niterói, mas me refreio. Penso que os podres não se contam.
Mal enxergo esfumaçada a Ilha Fiscal, uns poucos navios e uma regata sob a maior chuva. Em cima e debaixo d´água. Fico abestalhada com a coragem dos intrépidos desportistas. As velas vermelhas e brancas se destacam na névoa da chuva.
Mais alguns minutos e a entrada para o Barreto. Gente, que terra mais feiinha, Deus me perdoe. O bairro do cemitério está igualzinho ao que era, mas bem deteriorado. Parece terra que não cresce jamais. A não ser que tenham preferido construir shoppings e prédios em outra parte do bairro.
O cemitério se aproxima e bem tratado, com grades pintadas de azul e muros brancos quase sem pichação. A florista é a mesma de cinqüenta anos atrás. Uma loja de raras flores bonitas e arranjos de mau-gosto. Tenho horror a flores misturadas sem capricho de japonês. A meu lado, uma senhora vestida corretamente, o que denota algum status, reclama do preço.
- Gente! Tá muito caro vinte reais por esse tantinho de flor! Quê que deu na sua cabeça D. Guiomar? Graças a Deus que eu vim prevenida.
Tenho vontade de lhe explicar que é até barato, se considerarmos que Finados é um dia por ano.
Compro minhas flores brancas, não sei que nome têm, mas não as misturo de jeito nenhum com palmas de Santa Rita, rosas e margaridas meio murchas.
Chego ao túmulo negro abraçada com as flores, debaixo do guarda-chuva cinza, rodeada de cinzento por todo lado, mas cercada de meninos que se dispõem a lavar o granito preto. E o fazem com o maior capricho, em algazarra gostosa que quebra o tom lúgubre do dia.
A pouco e pouco, os nomes de meus mortos, desde meus avós que não conheci, até meus pais, em caligrafia bonita, do tipo manuscrito. Arrumo as flores com cuidado de Mrs, Dalloway, de Virgínia Woolf, e me sinto bem.

Maria Lindgren - coluna da autora no VMD
aqui
ilustração - virg.
Shirin
Neshat 2004 Women Without Men_________________________________________________________________________

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Sentimento, Pensamento e o redespertar primaveril...- breves considerações

sobre valores culturais, conjunto de crenças e
a saúde psi...*

* virgínia além mar *

" Ausência de doença pode ser saúde,
mas não é vida" D. Winnicott

Freud em sua obra magna “O Mal Estar na Civilização”, no primeiro capítulo, segundo parágrafo, dirige-se à Romain Rolland , para tratar da sensação descrita por este como " Sentimento Oceânico " , esta que segundo este último é uma sensação de infinitude, de comunhão , sentimento experimentado no útero materno e, pode ser experimentada na fusão amorosa e trata-se de uma religiosidade independente de religião e de fé ... Uma sensação, um experiência do sagrado que difere das sensações de separação, cisão e abandono. Segundo Freud, as religiões teriam apropriado-se de reminiscências deste " sentimento "...

Fundamental é recuperar o sentido do sagrado no dia a dia, a vida por si só é repleta de encantamento e mistério. Entretanto desde Platão a crença de incompletude nos lançou para fora de nós mesmos numa busca insana de apropriação dum outro, este outro não é outro é o mesmo, ou seja nós mesmos , nossas mais estranhas sensações positivadas , encaradas, encarnadas.Criamos em torno de nós mesmos uma armadura protetora , esta oriunda o medo desde as primeiras experiências de separação do paraíso ; o ventre materno.Freud apesar de não ter experimentado em si o " sentimento oceânico " não desconsiderou a possibilidade de algumas pessoas gozarem desta experiência. Lembrando que Freud deteve-se aos aspectos " doentes" das pessoas e não em seus aspectos saudáveis.
Maslow em seu trabalho Hierarquia das Necessidades básicas refere-se a um estágio que poucos alcançam, a satisfação da necessidade de auto-realização. Experiências de cume ou de pico, no campo da expansão da consciência, que incluem sentimentos elevados de êxtase e comunhão com a natureza, o deslumbramento, a gratidão e a unicidade. Então , quando o ser humano envolvido e absorvido no mundo, em perfeita integração ao universo interno e externo haveria uma experiência única, denominada platô e que traria mudanças no sistema individual de valores e crenças. Este mesmo estudioso falava que alguns indivíduos tinham maior consciência de uma vivência do sagrado de todas as coisas e que a dessacralização, a falta de sentido de sagrado na vida diária seria um dos mecanismos de defesa do ego estabelecidos para um empobrecimento da vida e para não se realizar potencialidades.

A auto-realização passa pela criatividade, pelo brincar, pela imaginação consciente, o lado noturno de Gaston Bachelard, o poético encantamento, o devaneio...Uma personalidade equilibrada tem maior chances de vir a também realizar-se na esfera dos relacionamentos afetivos, pois que adquire a permissão de vivenciar o sagrado de si mesmo, capacidade de estar só " mergulhado " em seus próprios interesses e atividades criativas dando espaço a si mesmo e ao outro.Nossa crise é a do espaço-tempo...Ampliar o espaço/tempo é uma peculiaridade do artesão , aqui artista em cada um. Apreciar uma obra de arte, ouvir música, ler um poema, desfrutar do aqui e agora e ser preenchido a tal ponto de comungar com o universal acarreta num estado de ânimo , alma, no qual o ser por inteiro está envolvido, esquecido , imerso, absorvido.

Como o mote aqui é saúde e bem estar, gostaria de citar um paragrafo de " Senso Íntimo: Poética e Psicologia, de Fernando Pessoa a James Hillman, defendida em 1995 na Universidade Federal Fluminense por Carlos Bernardi - Se a progressão da sanidade em direção à saúde mental é distinguida pelos graus de literalismo, então a estrada terapêutica que conduz da psicose para a sanidade é aquela que retorna pela mesma passagem hermenêutica — desliteralizar. Para sermos sãos devemos reconhecer nossas crenças como ficções, e perceber as nossas hipóteses como fantasias.(...)

Uma percepção ampliada possibilita absorver a beleza, jovialidade que a estação primaveril nos oferece, um chamamento ao reencontro com a leveza e estados diversos do ser, nas transformações possíveis.
Recorrendo novamente Carlos Bernardi em um paragrafo diz -Hans Vaihinger, autor do livro "A Filosofia do 'Como Se'". James Hillman mostra que, dos três fundadores da psicanálise, Sigmund Freud, Carl Gustav Jung e Alfred Adler, é justamente este último que mais relações estabelece entre Psicologia e a filosofia do "como se". Em seu estudo dedicado a Alfred Adler, Hillman vê no autor austríaco um precursor da "consciência pós-moderna", na medida em que substitui os sistemas "metapsicológicos" de Freud e de Jung por uma atitude que busca revelar as ficções dos sistemas, desliteralizando-os, apontando a perda da capacidade destes sistemas perceberem seus próprios "como se". É também interessante percebermos que, para Adler, o grau de loucura caminha lado a lado com um aumento do literalismo de suas crenças. Para Adler a pessoa normal é aquela que mantém uma postura metafórica diante de princípios e metas. O neurótico, por sua vez, substantiva estes princípios. Já o psicótico eleva-os à categoria de dogmas. Hillman comenta esta equação sanidade, loucura, ficção e dogma.

Ouvindo Primavera de Vivaldi e o concerto para clarinete e orquestra de Mozart , trilha sonora do filme Out of Africa ( entre dois amores) baseado na obra autobiográfica de Isak Dinesen**, penso nas nuvens que foram rios, umidade da terra, oceano e que suspensas na atmosfera nos parecem grandes pássaros planando , espreitando... Estão em constante mutação, parafreseando o Poeta Mário Quintana ; de eterno só as nuvens...

Aquele que não se deixa transformar, permanecendo preso as suas crenças, dogmas, estando distante de sentir a plenitude e , ou ter contato com sentimento oceânico, integração com a natureza ? O que denominamos vida caracteriza-se pelo dinamismo e pelas trasformações... Bem mas este assunto é bem mais complexo e não podemos limita-lo a alguns “ sentimentos" nem a algumas clasificações.

Retorno à beleza primaveril , na floração podemos apreciar seu mais belo aspecto; o desabrochar das cores e nuances, o ir e vir dos pássaros e insetos, muito embora nem todos botões se abram e, nem todas sementes fecundem, fato que lembra-me novamente a obra de Freud e as teorias do desenvolvimento da sexualidade humana e seus desdobramentos.






O livro que desejo recomendar é DISFUNÇÕES SEXUAIS de Cassandra P. França que pode ser lido parcialmente aqui in Biblioteca de vicamf - Google Livros . Para ler Apresentação da obra e efetuar compra clique aqui. Os Poemas relacionados ao tema são “Pessoas” e “ MULHER ? “ de minha autoria, se desejarem ler ou reler será um privilégio já que um mar de letras e Poesia está disponível na rede ...



Notas
1- * este texto foi publicado em 2006 sob título O Sagrado re ligare ,no extinto Jornal Ecos - reeditado no Portal Maytê em 07 -também extinto reescrito no início deste mês de outubro de 09
2- **Isak Dinesen ,o pseudônimo de KAREN BLIXEN

domingo, 25 de outubro de 2009

das amizades-

das amizades-

DOMINGO 25 -10 dica releitura e Crônica nova



dica releitura
crônica

POEMA -Eliana de Faro Valença - para Virgínia além mar

Poeta Amiga Madrinha!

Para poeta jardineira Virgínia F. além mar

da tua irmã-afilhada Li Andorinha -Eliana de Faro Valença


Minha querida Madrinha

Amiga... Jardineira... Irmã...

Virgínia escritora bailarina


Poetinha jardineira

Metamorfose em rima

Abraço da diversidade


Tão suave como a brisa

Baila em versos estrelas

Semeando a flor-poesia

Com sua alma faceira


Professorinha da alma

Tão intensa no seu além amar

Me ensinou a ouvir o silêncio

E a sentir o carinho do mar


És um ser encanto-alado

No ar da imensidão

Que também me ensinou...

A arte da contemplação

25-10-2009

***/***

Virgínia além mar minha doce irmã-madrinha

Inteiramente deslumbrada com teu carinho colorido

que me deixa voando como um beija-flor e cantando

como um bem-te-vi...